sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Voleibol


 O Voleibol foi inventado por um americano, William G. Morgan,  que  idealizou  um  jogo  em
 que se usavam somente as mãos, mas que fosse dinâmico e criativo.
 Do esporte inicial idealizado por Morgan, a evolução foi sempre crescente e para melhor,  as
 regras foram se modificando e se adaptando às exigências dos atletas, públicos,  patrocina-
 dores e, principalmente, televisão, até chegarem ao Voleibol atual, que é o que se pratica em
 todo mundo, e que no Brasil é o 2º (segundo) esporte em popularidade e em número de  pra-
 ticantes na escola.

 Antes de ser Voleibol, foi chamado de minonette, não se sabe por que, inspirado no tênis, foi
 nos primeiros dias disputado com uma câmara de bola de basquete, com a rede a  1,98m  do
 chão.  Por ser muito leve, a câmara foi substituída pela própria bola, mas seu peso castigava
 demais as mãos dos jogadores.  Para salvar a sua invenção, o  professor  Morgan  encomen-
 dou uma bola especial a empresa A. G. Spalding & Brothers.  Era o impulso necessário  para
 seu desenvolvimento

As primeiras regras foram apresentadas em 1897 e permitiam que esse esporte  fosse  prati-
 ticado em locais abertos, como parques e praias, e em locais fechados, como quadras  e  gi-
 násios.  Nessa época, não havia limitações para o número de pessoas em quadra, mas a  in-
 dicação era para manter a bola em movimento sobre uma rede de um lado para outro da qua-
 dra, misturando mesmo o tênis com o basquetebol.  Iniciava-se a partida jogando a bola  pa-
 ra o lado da quadra adversária e, sem que o adversário deixasse cair a bola no chão, eles de-
 viam devolvê-la, até que alguém deixasse a bola cair no chão.  Equivalia a um ponto.

 As regras oficiais de hoje definem que cada equipe deve ser  composta  por  seis  jogadores
 em cada time.  Um time inicia a partida sacando e ao adversário é permitido que  dê  três  to-
 ques na bola antes de devolvê-lá. Ganha o jogo quem ganhar primeiro três sets, com 25 pon-
 tos cada um.  Sobre a estrutura oficial, deve-se dizer que a quadra é retangular  com  dimen-
 soes de 18m x 9m.  A bola é feita em couro e apresenta massa aproximada de 270 gramas.
 Como se viu, o objetivo do voleibol foi impedir que a bola encostasse no chão  de  sua  parte
 da quadra, por isso é necessário rebatê-la usando o corpo, principalmente os  membros  su-
 periores.  Isso leva a compreender que as  principais  habilidades  utilizadas  nesse  esporte
 são: saltar, correr, lançar, rebater.  Ou seja: para chegar à bola é preciso correr; para cortar a
 bola durante um ataque é preciso saltar; para colocar a bola em jogo  (sacar)  é  preciso  lan-
 çar, e para devolver a bola à quadra adversária é preciso rebater. Mas outras habilidades são
 especificas desse esporte e devem ser desenvolvidas  pelo  professor  de  Educação  Física:
 bloqueio, saque, manchete e toques, levantamento, ataque e defesa.. A cada um  destes  fun-
 damentos compreende um certo número de habilidades e técnicas  que  foram  introduzidas
 ao longo da história do voleibol e são hoje consideradas prática comum no esporte.

Estrutura do jogo
 Ao contrário de muitos, tais como o futebol ou o Basquetebol, o voleibol é  jogado  por  pon-
 tos, e não por tempo.  Cada partida é dividida em sets que terminam quando  uma  das  duas
 equipes conquista 25 pontos.  Deve haver também uma diferença de no mínimo dois  pontos


 com relação ao placar do adversário – caso contrário, a disputa prossegue até  que  tal  dife-
 rença seja atingida.  O vencedor será aquele que conquistar primeiramente três sets.
 Como o jogo termina quando uma equipe completa três sets vencidos, cada partida de volei-
 bol dura no máximo cinco sets.  Se isso ocorrer, o último recebe o nome de tié-break e termi-
 na quando um das equipes a marca de 15, e não 25 pontos.  Como no caso dos demais, tam-
 bém é necessária uma diferença de dois pontos com relação ao placar do adversário.
 Cada equipe é composta por doze jogadores, dos quais seis estão atuando na quadra e  seis
 permanecem no banco.  As substituições são limitadas: cada técnico pode realizar no  máxi-
 mo seis substituições por set, e cada jogador só pode ser substituído uma única vez, deven-
 do necessariamente retornar à quadra para ocupar a posição daquele que tomara  o  seu  lu-
 gar.  No inicio de cada set, o jogador da posição 1 realiza o saque,  e,  acerta  a  bola  com  a
 mão tencionando fazê-la atravessar o espaço aéreo delimitado pelas duas  barras  e  cair  na quadra adversária.  Os adversários devem então fazer a bola retornar  tocando-a  no  máximo
 três vezes, e evitando que o mesmo jogador a toque por duas vezes consecutivas.
 O primeiro contato com a bola após o saque é denominado recepção ou passe, e seu  objeti-
 vo primordial é evitar que ela atinja uma área válida da quadra.   Segue-se então usualmente
 o levantamento, que procura colocar a bola no ar de modo a permitir que  um  terceiro  joga-
 dor  realize o ataque, ou seja, a acerte de forma a fazer-la aterrar na quadra  adversária,  con-
 quistando deste modo o ponto.

 O rodízio ocorre todas as vezes em que uma equipe marca um ponto após o saque da equipe
 adversária .  Ou seja, se sua equipe marcou um ponto após o saque do adversário, sua equi-
 pe deve rodar uma posição, no sentido horário.  

Nenhum comentário: