O Voleibol foi inventado por um americano,
William G. Morgan, que idealizou
um jogo em
que se usavam somente as mãos, mas que fosse
dinâmico e criativo.
Do esporte inicial idealizado por Morgan, a
evolução foi sempre crescente e para melhor,
as
regras foram se modificando e se adaptando às
exigências dos atletas, públicos, patrocina-
dores e, principalmente, televisão, até
chegarem ao Voleibol atual, que é o que se pratica em
todo mundo, e que no Brasil é o 2º (segundo)
esporte em popularidade e em número de
pra-
ticantes na escola.
Antes de ser Voleibol, foi chamado de minonette,
não se sabe por que, inspirado no tênis, foi
nos primeiros dias disputado com uma câmara de
bola de basquete, com a rede a
1,98m do
chão.
Por ser muito leve, a câmara foi substituída pela própria bola, mas seu
peso castigava
demais as mãos dos jogadores. Para salvar a sua invenção, o professor
Morgan encomen-
dou uma bola especial a empresa A. G. Spalding
& Brothers. Era o impulso
necessário para
seu desenvolvimento
As
primeiras regras foram apresentadas em 1897 e permitiam que esse esporte fosse
prati-
ticado em locais abertos, como parques e
praias, e em locais fechados, como quadras
e gi-
násios.
Nessa época, não havia limitações para o número de pessoas em quadra,
mas a in-
dicação era para manter a bola em movimento
sobre uma rede de um lado para outro da qua-
dra, misturando mesmo o tênis com o
basquetebol. Iniciava-se a partida
jogando a bola pa-
ra o lado da quadra adversária e, sem que o
adversário deixasse cair a bola no chão, eles de-
viam devolvê-la, até que alguém deixasse a
bola cair no chão. Equivalia a um ponto.
As regras oficiais de hoje definem que cada
equipe deve ser composta por
seis jogadores
em cada time.
Um time inicia a partida sacando e ao adversário é permitido que dê
três to-
ques na bola antes de devolvê-lá. Ganha o jogo
quem ganhar primeiro três sets, com 25 pon-
tos cada um.
Sobre a estrutura oficial, deve-se dizer que a quadra é retangular com
dimen-
soes de 18m x 9m. A bola é feita em couro e apresenta massa
aproximada de 270 gramas.
Como se viu, o objetivo do voleibol foi
impedir que a bola encostasse no chão
de sua parte
da quadra, por isso é necessário rebatê-la
usando o corpo, principalmente os
membros su-
periores.
Isso leva a compreender que as
principais habilidades utilizadas
nesse esporte
são: saltar, correr, lançar, rebater. Ou seja: para chegar à bola é preciso correr;
para cortar a
bola durante um ataque é preciso saltar; para
colocar a bola em jogo (sacar) é
preciso lan-
çar, e para devolver a bola à quadra
adversária é preciso rebater. Mas outras habilidades são
especificas desse esporte e devem ser
desenvolvidas pelo professor
de Educação Física:
bloqueio, saque, manchete e toques, levantamento, ataque e defesa.. A cada um destes fun-
damentos compreende um
certo número de habilidades e técnicas
que foram introduzidas
ao longo da história do
voleibol e são hoje consideradas prática comum no esporte.
Estrutura
do jogo
Ao contrário de muitos, tais como o futebol ou
o Basquetebol, o voleibol é jogado por
pon-
tos, e não por tempo. Cada partida é dividida em sets que terminam
quando uma das
duas
equipes conquista 25 pontos. Deve haver também uma diferença de no mínimo
dois pontos
com relação ao placar do adversário – caso
contrário, a disputa prossegue até
que tal dife-
rença seja atingida. O vencedor será aquele que conquistar
primeiramente três sets.
Como o jogo termina quando uma equipe completa
três sets vencidos, cada partida de volei-
bol dura no máximo cinco sets. Se isso ocorrer, o último recebe o nome de
tié-break e termi-
na quando um das equipes a marca de 15, e não
25 pontos. Como no caso dos demais, tam-
bém é necessária uma diferença de dois pontos
com relação ao placar do adversário.
Cada equipe é composta por doze jogadores, dos
quais seis estão atuando na quadra e
seis
permanecem no banco. As substituições são limitadas: cada técnico
pode realizar no máxi-
mo seis substituições por set, e cada jogador
só pode ser substituído uma única vez, deven-
do necessariamente retornar à quadra para
ocupar a posição daquele que tomara
o seu lu-
gar. No
inicio de cada set, o jogador da posição 1 realiza o saque, e,
acerta a bola
com a
mão tencionando fazê-la atravessar o espaço
aéreo delimitado pelas duas barras e cair na quadra adversária. Os adversários devem então fazer a bola
retornar tocando-a no máximo
três vezes, e evitando que o mesmo jogador a
toque por duas vezes consecutivas.
O primeiro contato com a bola após o saque é
denominado recepção ou passe, e seu
objeti-
vo primordial é evitar que ela atinja uma área
válida da quadra. Segue-se então
usualmente
o levantamento, que procura colocar a bola no
ar de modo a permitir que um terceiro
joga-
dor
realize o ataque, ou seja, a acerte de forma a fazer-la aterrar na
quadra adversária, con-
quistando deste modo o ponto.
O rodízio ocorre todas as vezes em que uma
equipe marca um ponto após o saque da equipe
adversária .
Ou seja, se sua equipe marcou um ponto após o saque do adversário, sua
equi-
pe deve rodar uma posição, no sentido
horário.
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