A
expressão Qualidade de Vida anda atualmente muito em moda em diversos domínios,
mas
o seu significado é muito complexo, subjetivo,
muito abrangente e varia em função
da épo-
ca, das crenças e da pessoa, pelo que a
qualidade de vida tem a ver com a forma como cada
um se vê e vê o mundo e a avaliação dessa
qualidade é feita de
acordo com critérios,
tais
como a educação, a profissão, a escolaridade,
as necessidades de cada um, a saúde,
que
são diferentes para cada pessoa e para cada
situação, pois há grande diversidade de
condi-
ções sociais, de níveis de vida, de estados psíquicos
e físicos e de crenças.
Também para garantir uma boa qualidade de
vida, deve-se ter hábitos saudáveis, cuidar bem
do corpo, ter tempo para lazer e vários outros
hábitos que façam o indivíduo se sentir
bem,
que tragam boas consequências, como usar o
humor pra lidar com situações de stress, defi-
nir objetivos de vida e, o principal, sentir
que tem controle sobre a própria vida.
Conceito de qualidade de vida é diferente de
pessoa para pessoa e ao longo da
vida acaba
mudando, porém a maioria dos estudiosos no
assunto diz que o estilo de vida é o
fator de-
terminante para o aumento da expectativa de
vida e também da melhora dos níveis de
quali-
dade de vida de ser humano.
O estilo de vida se refere às atitudes,
hábitos, comportamentos e escolha que as pessoas fa-
zem ao longo da vida, para melhor
compreendermos como o estilo de vida interferir
em sua
longevidade podem citar o pentáculo do bem
estar, que foi sugerido pelo professor Markus
Nahas, onde ele coloca cinco fatores determinantes
para uma boa qualidade de
vida. São
eles:
Atividade física, nutrição, stress, comportamento preventivo e
relacionamentos.
Existem também parâmetros que podem
influênciar na qualidade de vida, que
são divididos
em: sócio ambientais, que refere-se a moradia,
segurança, assistência médica, educação
e
opções de lazer e parâmetros individuais que
são: hereditariedade, hábitos
alimentares, ati-
vidade física habitual, relacionamentos,
controle do stress e comportamento preventivo.
Podemos delimitar a qualidade de vida em dois
tipos: qualidade de vida não
relacionada à
saúde e qualidade de vida relacionada à
saúde. A qualidade de vida não
relacionada à saú-
de inclui quatro domínio: interno pessoal, pessoal
social, meio ambiente, natural externo.
A qualidade de vida relacionada a saúde
representa a parte da qualidade de vida diretamente
ligada à saúde do indivíduo (bem estar). Quando nos referimos a exercícios físicos
observa-
mos que a população praticante de atividade
física regular em todo o
Brasil não chegar
a
15% dos cidadãos e que grande parte não possui
orientação de profissionais especializados,
sendo que já é comprovada a importância do
exercício físico para as pessoas, principalmen-
te para a melhor idade (pessoas que já
atingiram os 60 anos).
Com a correria nos dia de hoje, a missão de
controlarmos estes fatores ao primeiro
momen-
to parece um pouco difícil, mas bastam nos
adequarmos a algumas atividades e
comporta-
mentos
para que se tornem habituais e tais atitudes se reflitam em nossa qualidade de
vida.
Exercitar-se com disciplina é a chave para
garantir a saúde e o bem estar.
Nunca se falou tanto em qualidade de vida e
saúde como nos últimos tempos. O
que antes
era motivo de preocupação ou modismo, hoje
tornou-se necessidade.
Pois, o homem atualmente é submetido a uma
quantidade avassaladora de pressões e res-
ponsabilidades.
Isso é apenas uma das consequências desse
tempo de novas tecnologias e economia globa-
lizada.
A evolução permitiu o desenvolvimento, gerando no nosso cotidiano mais
conforto e
comodidades.
A tecnologia facilita o dia-a-dia, mas também
nos prende a
afazeres que roubam
o nosso
tempo, diminuindo ou eliminando o lazer e a atividade
física. Esta ausência de atividade físi-
ca trouxe aumento do estresse e do
sedentarismo, principais inimigos da vida saudável.
Diante desse quadro crônico moderno, só nos
restas trazer o homem de volta a
sua origem,
resgatando
o movimento. Todas as descobertas da
ciência e da fisiologia humana nos últi-
mos anos levaram a aquilo que já se dizia na década de
60: “A máquina humana é
a única
que se aprimora com o uso e se atrofia com o
desuso”.
O exercício físico é o principal mecanismo
para melhorar a nossa saúde e qualidade de vida.
Realizado de forma moderada e regular, é um
santo remédio. Depende unicamente de
nossa
força de vontade e disciplina para que
possamos restaurar este hábito em
nossas vidas. O
hábito se forma com a prática de exercícios
até que o corpo passe a solicitar a mente,
incor-
porando o movimento e substituindo o
sedentarismo.
É lógico que no início é necessário se impor
uma cobrança para realizar a atividade física pe-
lo menos três vezes por semana. Ao acordar, o exercício físico tem um melhor
efeito para o
seu dia-a-dia.
Faça caminhadas, corridas, ciclismo, natação, uma atividade aeróbica
de lon-
ga duração e baixa intensidade. Evite treinar entre 12h e 14h. Nesse horário, exercícios físi-
cos sobrecarregam o coração. À Medida que incorporamos novamente o exercício
ao coti-
diano,
percebemos o quanto ele é importante para a nossa energia e vitalidade.
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