terça-feira, 3 de julho de 2012

Qualidade de Vida

 
A expressão Qualidade de Vida anda atualmente muito em moda em diversos domínios, mas
 o seu significado é muito complexo, subjetivo, muito abrangente e varia em função  da  épo-
 ca, das crenças e da pessoa, pelo que a qualidade de vida tem a ver com a forma como cada
 um se vê e vê o mundo e a avaliação dessa qualidade é  feita  de  acordo  com  critérios,  tais
 como a educação, a profissão, a escolaridade, as necessidades de  cada  um,  a  saúde,  que
 são diferentes para cada pessoa e para cada situação, pois há grande diversidade de  condi-
 ções sociais, de níveis de vida, de estados psíquicos e físicos e de crenças.

 Também para garantir uma boa qualidade de vida, deve-se ter hábitos saudáveis, cuidar bem
 do corpo, ter tempo para lazer e vários outros hábitos que façam o indivíduo  se  sentir  bem,
 que tragam boas consequências, como usar o humor pra lidar com situações de stress, defi-
 nir objetivos de vida e, o principal, sentir que tem controle sobre a própria vida.

 Conceito de qualidade de vida é diferente de pessoa para pessoa e ao  longo  da  vida  acaba
 mudando, porém a maioria dos estudiosos no assunto diz que o estilo de vida  é  o  fator de-
 terminante para o aumento da expectativa de vida e também da melhora dos níveis  de quali-
 dade de vida de ser humano.
 O estilo de vida se refere às atitudes, hábitos, comportamentos e escolha que as pessoas fa-
 zem ao longo da vida, para melhor compreendermos como o estilo de vida interferir  em  sua
 longevidade podem citar o pentáculo do bem estar, que foi sugerido pelo professor Markus
 Nahas, onde ele coloca cinco fatores determinantes para uma boa  qualidade  de  vida.   São
eles: Atividade física, nutrição, stress, comportamento preventivo e relacionamentos. 
 Existem também parâmetros que podem influênciar na qualidade de vida, que  são  divididos
 em: sócio ambientais, que refere-se a moradia, segurança, assistência  médica,  educação  e
 opções de lazer e parâmetros individuais que são: hereditariedade, hábitos  alimentares,  ati-
 vidade física habitual, relacionamentos, controle do stress e comportamento preventivo.

 Podemos delimitar a qualidade de vida em dois tipos: qualidade de  vida  não  relacionada  à
 saúde e qualidade de vida relacionada à saúde.  A qualidade de vida não relacionada  à  saú-
 de inclui quatro domínio: interno pessoal, pessoal social, meio ambiente, natural externo.
 A qualidade de vida relacionada a saúde representa a parte da qualidade de vida diretamente
 ligada à saúde do indivíduo (bem estar).  Quando nos referimos a exercícios físicos observa-
 mos que a população praticante de atividade física regular em  todo  o  Brasil  não  chegar  a
 15% dos cidadãos e que grande parte não possui orientação de profissionais especializados,
 sendo que já é comprovada a importância do exercício físico para as pessoas, principalmen-
 te para a melhor idade (pessoas que já atingiram os 60 anos). 
 Com a correria nos dia de hoje, a missão de controlarmos estes fatores ao primeiro  momen-
 to parece um pouco difícil, mas bastam nos adequarmos a algumas  atividades  e  comporta-
mentos para que se tornem habituais e tais atitudes se reflitam em nossa qualidade de vida.


 Exercitar-se com disciplina é a chave para garantir a saúde e o bem estar.
 Nunca se falou tanto em qualidade de vida e saúde como nos últimos tempos.   O que  antes
 era motivo de preocupação ou modismo, hoje tornou-se necessidade.
 Pois, o homem atualmente é submetido a uma quantidade avassaladora de  pressões  e  res-
 ponsabilidades. 
 Isso é apenas uma das consequências desse tempo de novas tecnologias e economia globa-
 lizada.  A evolução permitiu o desenvolvimento, gerando no nosso cotidiano mais conforto e
 comodidades.
 A tecnologia facilita o dia-a-dia, mas também nos  prende  a  afazeres  que  roubam  o  nosso
 tempo, diminuindo ou eliminando o lazer e a atividade física.  Esta ausência de atividade físi-
 ca trouxe aumento do estresse e do sedentarismo, principais inimigos da vida saudável. 
 Diante desse quadro crônico moderno, só nos restas trazer o homem de volta a  sua  origem,
resgatando o movimento.  Todas as descobertas da ciência e da fisiologia humana  nos  últi-
 mos anos levaram  a aquilo que já se dizia na década de 60:  “A máquina humana  é  a  única
 que se aprimora com o uso e se atrofia com o desuso”.
 O exercício físico é o principal mecanismo para melhorar a nossa saúde e qualidade de vida.
 Realizado de forma moderada e regular, é um santo remédio.  Depende unicamente de nossa
 força de vontade e disciplina para que possamos restaurar este hábito em  nossas  vidas.   O
 hábito se forma com a prática de exercícios até que o corpo passe a solicitar a mente,  incor-
 porando o movimento e substituindo o sedentarismo.
 É lógico que no início é necessário se impor uma cobrança para realizar a atividade física pe-
 lo menos três vezes por semana.  Ao acordar, o exercício físico tem um melhor efeito para  o
 seu dia-a-dia.  Faça caminhadas, corridas, ciclismo, natação, uma atividade aeróbica de  lon-
 ga duração e baixa intensidade.  Evite treinar entre 12h e 14h.  Nesse horário, exercícios físi-
 cos sobrecarregam o coração.  À Medida que incorporamos novamente o  exercício  ao  coti-
diano, percebemos o quanto ele é importante para a nossa energia e vitalidade.

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